A transparência continua sendo um dos pilares do nosso ambiente de trabalho. Por isso, publicamos os dados do Relatório de Transparência e Igualdade Salarial referente ao 2º semestre de 2026, elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) com base no eSocial, em cumprimento à Lei nº 14.611/2023.

Os números fazem parte da nossa jornada: mostram onde avançamos e onde ainda temos trabalho a fazer para construir uma empresa mais equitativa para todas as pessoas que fazem a Useligas.


OS INDICADORES DO 2º SEMESTRE DE 2026

A Razão M/H indica quanto o salário das mulheres equivale ao dos homens. O valor de referência para igualdade total é 100%.

Relatório de Transparência e Igualdade Salarial – 2º semestre de 2026 – Useligas

2º Semestre de 2026 — 162 colaboradores

Salário contratual mediano (M/H): 88,8%
Remuneração média mensal (M/H): 81,8%
Composição feminina do quadro: 8,6%

Composição do quadro por sexo e raça/cor:

Mulheres não negras: 6,2%
Mulheres negras: 2,5%
Homens não negros: 63,0%
Homens negros: 28,4%

Por grupo ocupacional:

Dirigentes e Gerentes: sem amostragem suficiente para cálculo
Profissionais de Nível Superior: sem amostragem suficiente para cálculo
Técnicos de Nível Médio: remuneração média 75,4% | salário mediano 100,1%
Trabalhadores de Serviços Administrativos: remuneração média 107,1% | salário mediano 105,8%
Trabalhadores em Atividade Operacional: sem amostragem suficiente para cálculo


Por que os números gerais ficam abaixo de 100%?

A maior parte do nosso quadro atua em funções operacionais, setor historicamente ocupado por homens no mercado brasileiro. Isso influencia a comparação geral, principalmente a remuneração média, que é sensível a variações individuais quando o número de mulheres no grupo é pequeno.

Nos grupos com amostragem suficiente para o cálculo do MTE, os resultados são positivos. Entre os Técnicos de Nível Médio, o salário contratual mediano das mulheres chegou a 100,1% do dos homens. Entre os Trabalhadores de Serviços Administrativos, tanto a remuneração média (107,1%) quanto o salário mediano (105,8%) das mulheres superaram os dos homens.

Os grupos sem dados não atingiram o mínimo de 3 pessoas de cada sexo exigido pela metodologia do MTE para que o cálculo seja realizado.


COMO FAZEMOS AS NOSSAS ESCOLHAS

O relatório do MTE também registra os critérios que usamos para definir remuneração e as ações que adotamos para ampliar a diversidade.

Critérios de remuneração:

Cumprimento de metas de produção
Tempo de experiência profissional
Proatividade e desenvolvimento de ideias e sugestões

Ações para aumentar a diversidade:

Apoio ao compartilhamento de obrigações familiares para ambos os sexos


O QUE ESSES NÚMEROS SIGNIFICAM NA PRÁTICA

Os grupos com amostragem suficiente apresentaram equivalência salarial igual ou superior a 100% no salário mediano, reflexo de critérios de remuneração baseados em entrega, experiência e desenvolvimento profissional, sem distinção de gênero.

Também reconhecemos os pontos de atenção. A remuneração média das mulheres equivale a 81,8% da dos homens, e a presença feminina, hoje em 8,6% do quadro, ainda é pequena nas funções operacionais e nos grupos sem dados suficientes para análise. Seguimos com critérios estruturados de progressão e com ações voltadas à inclusão em todas as áreas da empresa.

A transparência é, para nós, mais do que uma exigência legal: é a base para construir uma empresa mais forte, mais justa e mais humana.


NOTA DE RODAPÉ:
O relatório completo emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego está disponível para consulta e fiscalização nos nossos canais oficiais de compliance. Fonte: MTE – eSocial, RAIS Mensal (junho/2026) e Portal Emprega Brasil (agosto/2026). Os vínculos ativos correspondem à competência de junho de 2026, enquanto as remunerações consideram o período de julho de 2025 a junho de 2026.

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