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Igualdade salarial e diversidade: o que os nossos números dizem e o que ainda temos a fazer

Acreditamos que um ambiente de trabalho justo começa pela transparência. Por isso, publicamos os dados dos nossos Relatórios de Transparência e Igualdade Salarial, elaborados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) com base no eSocial, em cumprimento à Lei nº 14.611/2023.

Os números que você vai ver abaixo não são apenas uma obrigação legal — fazem parte da nossa jornada. Eles mostram o quanto avançamos e o quanto ainda queremos avançar na construção de uma empresa mais equitativa para todas as pessoas que fazem a Useligas.

EVOLUÇÃO DOS INDICADORES (2024–2025)

A Razão M/H indica quanto o salário das mulheres equivale ao dos homens. O valor de referência para igualdade total é 100%.

2024 — 114 colaboradores

1º Semestre de 2024

Salário contratual mediano (M/H): 81,5%
Remuneração média mensal (M/H): 82,9%
Composição feminina do quadro: 8,3%

2º Semestre de 2024

Salário contratual mediano (M/H): 77,6%
Remuneração média mensal (M/H): 86,0%
Composição feminina do quadro: 9,9%

Por grupo ocupacional — 2º semestre 2024:

Dirigentes e Gerentes: sem amostragem suficiente para cálculo
Profissionais de Nível Superior: sem amostragem suficiente para cálculo
Técnicos de Nível Médio: remuneração média 87,2% | salário mediano 105,2%
Trabalhadores de Serviços Administrativos: remuneração média 118,3% | salário mediano 81,5%
Trabalhadores em Atividade Operacional: sem amostragem suficiente para cálculo

2025 — até 140 colaboradores

1º Semestre de 2025 (com base em 130 trabalhadores ativos)

Salário contratual mediano (M/H): 78,1%
Remuneração média mensal (M/H): 85,3%
Composição feminina do quadro: 9,4%

Por grupo ocupacional — 1º semestre 2025:

Dirigentes e Gerentes: sem amostragem suficiente para cálculo
Profissionais de Nível Superior: sem amostragem suficiente para cálculo
Técnicos de Nível Médio: remuneração média 71,2% | salário mediano 78,6%
Trabalhadores de Serviços Administrativos: remuneração média 107,5% | salário mediano 78,3%
Trabalhadores em Atividade Operacional: sem amostragem suficiente para cálculo

2º Semestre de 2025 (com base em 140 trabalhadores ativos)

Salário contratual mediano (M/H): 90,8%
Remuneração média mensal (M/H): 93,9%
Composição feminina do quadro: 7,0%

Por grupo ocupacional — 2º semestre 2025:

Dirigentes e Gerentes: sem amostragem suficiente para cálculo
Profissionais de Nível Superior: sem amostragem suficiente para cálculo
Técnicos de Nível Médio: sem amostragem suficiente para cálculo
Trabalhadores de Serviços Administrativos: remuneração média 54,5% | salário mediano 52,9%
Trabalhadores em Atividade Operacional: sem amostragem suficiente para cálculo

Por que os números gerais ficam abaixo de 100%?

A maior parte do nosso quadro atua em funções operacionais — setor historicamente ocupado por homens no mercado brasileiro. Isso influencia a comparação geral. Já nos grupos onde há amostragem suficiente para o cálculo do MTE, os resultados são mais positivos: no grupo de Trabalhadores de Serviços Administrativos no 1º semestre de 2025, a remuneração média das mulheres superou a dos homens, chegando a 107,5%.

Os grupos sem dados não atingiram o mínimo de 3 pessoas de cada gênero exigido pela metodologia do MTE para que o cálculo seja realizado.

COMO FAZEMOS AS NOSSAS ESCOLHAS

Os relatórios do MTE também registram os critérios que usamos para definir remuneração e as ações que adotamos para ampliar a diversidade.

Critérios de remuneração:

Plano de Cargos e Salários / Plano de Carreira
Cumprimento de metas de produção
Disponibilidade para horas extras, reuniões e viagens
Disponibilidade em ocupações específicas
Tempo de experiência profissional
Capacidade de trabalho em equipe
Proatividade e desenvolvimento de ideias

Ações para aumentar a diversidade:

Apoio ao compartilhamento de obrigações familiares para ambos os sexos
Políticas de contratação de mulheres (negras, com deficiência, em situação de violência, chefes de família, LGBTQIA+, indígenas)
Políticas de promoção de mulheres para cargos de direção e gerência

O QUE ESSES NÚMEROS SIGNIFICAM NA PRÁTICA

Chegar a índices acima de 90% de equivalência salarial e remuneratória no segundo semestre de 2025 é resultado direto de uma cultura que valoriza entrega, conhecimento técnico e desenvolvimento profissional — sem critérios que variem conforme o gênero de quem ocupa a função.

Sabemos que ainda temos caminho a percorrer, especialmente na representatividade feminina nas funções operacionais e nos grupos onde os indicadores ainda ficam abaixo do esperado. Para isso, seguimos com critérios estruturados de progressão e com ações voltadas à inclusão em todas as áreas da empresa.

A transparência é, para nós, mais do que uma exigência legal — é a base para construir uma empresa mais forte, mais justa e mais humana.

NOTA DE RODAPÉ:
Os relatórios completos emitidos pelo Ministério do Trabalho e Emprego estão disponíveis para consulta e fiscalização nos nossos canais oficiais de compliance.

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